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Posso até está atrasada!!!!!Mas com certeza sou a primeira do ano que vem!!!!!kkkkkkkkkkkk Parabéns Amiga!!!!!!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

DESENVOLVIMENTO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NA INFANCIA

Olá! Voltei!

Antes gostaria de desejar a todos um Ano Novo repleto de realizações pessoais e coletivas e muita luz e paz praa todos nós.
Retomo nossa conversa compartilhando um assunto que me provoca curiosidade. recentemente li um texto sobre o assunto, entitulado: Desenvolvimento das Relações Interpessoais. O texto foi escrito por Helen Bee, psicóloga, autora de vários livros sobre desenvolvimento humano, ela cita outros teóricos que embasaram seu trabalho. O tema é muito importante para quem deseja entender melhor o comportamento das crianças. Espero que gostem dos meus apontamentos. Caso queiram aprofundar o estudo busquem no livro "A Criança em desenvolvimento".
A autora coloca como de extrema importância a participação dos pais no desenvolvimento do comportamento interpessoal, quando estes percebem a agressividade e a dependência dos filhos, sentem-se compelidos a controlar na busca de um comportamento aceitável, mas ignoram o fato de que o problema da socialização da criança está sempre presente para todos os pais.
Estudos e pesquisas realizados por H. Shaffer e P. Emerson observou o comportamento dos bebês até 18 meses concluindo que estes estabelecem ligações afetivas e dependência diferentes em cada fase do seu desenvolvimento.
A primeira fase chama-se Ligação Afetiva Indiscriminada. Nesta fase que dura por volta dos 7 meses de idade, o bebê protesta quando é deixado só não importando com quem esteja. Em seguida vem a fase da Ligação Afetiva Específica, começa por volta dos 7 meses até 1 ano aproximadamente. Nesta fase o bebê liga-se a uma única pessoa, comumente a mãe. o medo de estranhos geralmente aparece aproximadamente um mês depois que a criança começou a mostrar esta ligação afetiva específica. A última fase denominada de Ligações Afetivas Múltiplas a criança começa a mostrar uma expansão da mesma primeiro em relação a uma pessoa depois a diversas outras. No estudo de Schaffer e Emerson apenas 13% dos bebês permaneceram afetivamente ligados a uma ú ica pessoa aos 18 meses de idade.
Importante lembrar que todos estes estágios são aproximados e que diferem também quanto a força e a intensidade das ligações afetivas.
Estudos realizados por Ainsworth distingue 3 grupos de bebês e suas ligações: ligação segura, ligação insegura e o "desligado". Bebês inseguramente ligados choram muito mesmo no colo da mãe. Existem as crianças que nunca desenvolveram uma ligação afetiva com suas mães ou outra figura adulta. Há crianças que agarram, tocam, abraçam, quer sentar no colo, mostram suas ligações afetivas e dependência em relação à professora do maternal. Outras buscam a atenção e a aprovação de suas atividades mas não necessitam de contato físico.
Baseada em Ainsworth a autora apresenta a seguinte pergunta? A criança que aos 2 anos mostra um padrão de ligação afetiva através do contato físico, será altamente dependente do adulto? No decorrer da pesquisa foi possível anotar que há apenas uma consistência entre os homens quanto à dependência e passividade. Não se pôde concluir que não há um traço subjascente que unifica o comportamento do indivíduo, da Infância à Idade adulta. O que se sabe é que não é possível discriminar tal traço, e que a consistência comportamental é maior para as mulheres do que para os homens.
A pesquisa de Schaffer e Emerson enuncia algumas conclusões a respeito dos fatores relativos à força da ligação afetiva da criança com sua mãe. descobriram que bebês cuidados exclusivamente pelas mães eram um pouco mais fortemente ligados à elas; o tipo de estimulação não parecia ser muito importante; E ainda crianças que tinham muitas pessoas cuidando delas formavam um maior número de ligações afetivas, evoluiam mais rapidamente de um estágio para outro. Conclui que há uma conexão entre o comportamento materno e a qualidade da força da ligação afetiva que o bebê desenvolve com ela.
No que diz respeito a agressividade no desenvolvimento do comportamento interpessoal, Florence Goodenough que desenvolveu um estudo baseado nos diários coletados pelas mães que anotavam todos os indícios de agressões dos seus filhos, durante o período de 2 a 5 anos.
Neste estudo apresentou que as crianças mais velhas experimentavam or mais tempo os efeitos decorrentes de sua agressão. Elas ficam de mau humor ou parecem sentir ressentimentos por mais tempo que as crianças menores; os acessos de raiva diminuiram durante este periodo e são bastante raros depois dos 4 anos; as crianças mais velhas, especialmente as com mais de 3 anos são mais passíveis de se vingarem de outras crianças, ou mesmo dos adultos, de sentirem que foram tratadas injustamente, como quando lhe tiram um brinquedo; os motivos para a agressão parecem mudar nestas idades.
Muito frequentemente, crianças pequenas (2 a 3 anos) são agressivas após conflitos com os pais nos quais os pais impõem sua autoridade. As crianças maiores (4 a 5 anos) são mais inclinadas a mostrar sua agressão depois de conflitos com os irmãos, companheiros de brinquedos, o que mostra, novamente, a mudança do foco em relação aos adultos para os companheiros, a qual ocorre por volta dos 4 a 5 anos. Quanto a opinião do senso comum de que meninos são mais agressivos que as meninas, o estudo coloca que nem sempre. Havendo variações dentro de cada sexo.
Dentre os fatores que interferem na agressividade aponta-se para todas as idades é algum tempo de frustação. Outro fator e a recompensa. Crianças que forma recompensadas por exibirem respostas agressivas, mostram um aumento na agressividade. Um outro aspecto observado no estudo refere-se as situações familiares reais. Mostra que as crianças que são rejeitadas podem se mostrar altamente agressivas.

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